Luz para a inteligência, Calor para a vontade

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Nanotecnologia, nanomedicina e astronáutica

6 passos para ter mais músculo

6 passos para ter mais músculo!

FAÇA SUPINO, AGACHAMENTOS, ELEVAÇÕES OU PESO MORTO
Porquê? São exercícios complexos, em substituição dos monoarticulares, que aumentam a secreção de hormonas como a do crescimento e a testosterona.

NÃO ABUSE DAS MÁQUINAS DE MUSCULAÇÃO
Porquê? Se pretende utilizar a maior quantidade possível da sua massa muscular, prescinda das máquinas que estabilizam o exercício por si.

ESQUEÇA A FASE DE VOLUME E A FASE DE DEFINIÇÃO
Porquê? O organismo necessita de nutrientes para recuperar energia e regenerar os tecidos danificados. Consumir maior quantidade do que aquela estritamente necessária não fará com que ganhe mais músculo, mas sim mais gordura.

ATENÇÃO AOS ESTIMULANTES COMO A CAFEÍNA
Porquê? Podem até ajudar a melhorar o seu rendimento, mas também potenciam o cortisol, uma hormona que pode arruinar o seu treino. Utilize estimulantes antes do treino, nunca depois.

DURMA BEM
Porquê? A falta de sono pode afetar o processo de recuperação e regeneração dos tecidos danifi cados durante o treino. Assim, tente dormir, no mínimo, oito horas por noite.

SUPLEMENTOS NATURAIS
Porquê? De que acha que são feitos os batidos de proteína? Nada mais do que nutrientes extraídos dos próprios alimentos. Nada substitui melhor a Natureza.

Fonte: http://www.menshealth.com.pt/fitness/ganhar-musculo/artigo/musculo-6-passos

Saiba se está a fazer bem um exercício

Nem sempre estamos a fazer o exercício corretamente, e o nosso corpo é que paga. Saiba como evitar isso! 

FAÇA ESTAS PERGUNTAS SIMPLES


1. Noto a tensão no lugar certo? O exercício incide sobre o grupo muscular pretendido ou a força vem de outro sítio?
2. Posso controlar o peso? Se confia demasiado na inércia para completar as repetições, apenas conseguirá aumentar o risco de lesão. Deveria ser capaz de fazer uma pausa de 2 segundos, inclusivamente no ponto mais difícil do treino.
3. Estou a aproveitar todo o arco do movimento? Não sacrifique uma execução correta apenas para levantar mais peso ou terminar antes. As meias repetições não
servem de nada. Reduza o peso ou o número de repetições.

Fonte: http://www.menshealth.com.pt/fitness/ganhar-musculo/artigo/exercicio-correto

Carregue no supino!

Carregue no supino!

Mais supino, mais força, mais músculo! O supino normal é muito bom para ganhar massa muscular magra. Mas se o seu objetivo é levantar muito peso, siga os conselhos de Gene Rychlak, a primeira pessoa que conseguiu levantar mais de 450 quilos. No powerlifting tenta-se utilizar tantos músculos quanto possível e não apenas os da parte superior. O resultado: mais quilos de carga e um maior gasto metabólico. Comece a levantar e barra e vá acrescentando peso a pouco e pouco, à medida que se for habituando à técnica.


ARQUEIE A COLUNA

Provavelmente está habituado a deitar-se no banco como se estivesse no sofá de casa, com a coluna completamente apoiada. Ao arquear a coluna a barra faz um percurso mais curto. E quanto mais curto, mais peso poderá levantar. Quando arquear a coluna, empurre os ombros contra o banco e junte as omoplatas.


APOIE OS PÉS
No supino, a força não vem apenas do peito e dos braços. Empurre com os calcanhares para levantar a barra. Embora pareça uma idiotice, pode ajudá-lo a levantar muito mais peso.


ATENÇÃO AOS COTOVELOS

Mantenha os cotovelos próximos do corpo em todos os momentos. Deste modo reduz a carga sobre os ombros e facilita a implicação do músculo dorsal, o que aumenta a estabilidade e a força.


FAÇA UMA CURVA

A barra deve seguir uma trajetória em forma de J desde o ponto mais alto do movimento (a posição inicial), até uns 5 cm por baixo dos mamilos. Para subir, faça o percurso inverso.


Fonte: http://www.menshealth.com.pt/fitness/ganhar-musculo/artigo/mais-supino

Benefícios da polenta

Um novo ingrediente para a sua alimentação!

Chama-se polenta, é produzida pelos camponeses do norte da Itália, tem cor amarela e pode ser ouro para a sua saúde. 
Aproveite
1/Rico em minerais 
A polenta mantém os ossos fortes, diminui a pressão arterial e ajuda-o a dormir. Contém as vitaminas A, B e E que melhoram o sistema imunológico.

2/Fácil de preparar
Junte azeite, alho picado, pimento e sal, ferva a água e depois junte a farinha. 15 minutos e já está!

3/Baixo índice glicémico
Substitua o arroz ou as batatas por polenta. Esta farinha de milho tem 1,5 g de fibra por porção e pouco açúcar.


(Fonte: http://www.menshealth.com.pt/nutricao/recetas/artigo/polenta)

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Exercício físico e câncer da próstata

Exercício físico e cancro da próstata relacionados?

O estudo, feito pela American Cancer Society incluiu mais de 10.000 homens, entre 50 e 93 anos, que foram diagnosticados entre 1992 e 2011 com cancro da próstata localizado - o que significa que não se espalhou além da glândula. Os homens forneceram aos pesquisadores informações sobre a sua actividade física antes e após o diagnóstico.
Os homens com os níveis mais altos de exercício antes do diagnóstico tiveram 30 por cento menor probabilidade de morrer de cancro de próstata do que aqueles que se exercitavam menos, de acordo com uma equipa liderada por Ying Wang, epidemiologista sénior do programa de pesquisa de Epidemiologia da sociedade do Cancro
Mais exercício parecia proporcionar um benefício ainda maior: Homens com os mais altos níveis de exercício após o diagnóstico tiveram menos 34 por cento probabilidade de morrer de cancro da próstata do que aqueles que fizeram o mínimo de exercício, segundo o estudo.

Fonte: http://www.menshealth.com.pt/sa%C3%BAde/artigo/exercicio-cancro-prostata

Maus conselhos que lhe podem dar na academia

Os três piores conselhos que lhe podem dar no ginásio!

“Aguenta a dor”
Ficar com os músculos um pouco doridos não é negativo. Apenas é sinónimo de que puxou pelo corpo mais do que o normal, provocando microrruturas que, inevitavelmente, acabarão por resultar em maior volume e força. Mas existe uma grande diferença entre ficar dorido e ficar com dores. E ignorar a dor é o caminho mais rápido para a lista dos lesionados. Pense sempre se os exercícios que faz estão a prejudicar as suas articulações. Se a resposta for sim, é altura de descansar. 

FAÇA ISTO. Escolha um exercício alternativo que trabalhe os mesmos músculos. Se a barra de supino lhe provoca dores ao nível dos ombros, não significa que tenha de parar com o treino de peito. Experimente usar halteres, fazer o supino inclinado ou as clássicas extensões de braços. Modificar a pega, a abertura ou padrão do movimento permite-lhe “descansar” as articulações e ganhar músculo sem ter de lesionar o seu corpo.
“Quantos mais abdominais, melhor para o six-pack”
Não há dúvida que fazer situps e crunches é uma boa forma para exercitar o six-pack, mas existe um senão: a repetitiva flexão da coluna pode provocar o aparecimento de problemas nas costas e danos irreparáveis. Ao recomendarem este tipo de abdominais, alguns personal trainers prejudicam o que mais deveriam proteger: o bem-estar do cliente, ou seja, a sua saúde.

FAÇA ISTO. Opte por exercícios isométricos. Manter a estabilidade e a resistência é a verdadeira função do seu core, logo os exercícios que desafiam estas funções são o segredo para proteger as suas costas ao máximo. Experimente treinar com alongamentos na fitball: coloque-se de joelhos no chão e apoie os antebraços e as mãos na fitball. Lentamente, empurre a fitball para a frente, estendendo os braços e o corpo o máximo que conseguir sem alterar a curvatura normal da sua zona lombar. Utilize os músculos abdominais para voltar a aproximar a fitball da sua posição inicial. Até pode parecer fácil, mas experimente fazer algumas repetições.


“Não descanses entre séries”
Este método continua a ser aplicado vezes sem conta e, quando mal aplicado, pode ser desastroso. O motivo: levantar cargas pesadas requer o uso de fibras de contração rápida que geram mais força, mas que também se cansam mais rapidamente. Se os seus músculos não tiverem suficiente tempo de descanso entre séries, não conseguirá trabalhá-los na sua real capacidade, diminuindo os resultados e aumentando o risco de lesão. Cansar o corpo é fácil, mas existe uma diferença ente cansaço e um bom progresso físico. E nem todos os personal trainers distinguem a diferença.

FAÇA ISTO. Respeite os intervalos: 45 segundos são 45 segundos, nem mais, nem menos. De forma geral, quanto menos repetições fizer, mais carga poderá levantar. Assim, também mais tempo terá que descansar esse grupo muscular antes de o voltar a treinar de forma intensa.

Fonte: http://www.menshealth.com.pt/fitness/ganhar-musculo/artigo/conselhos-ginasio#

Benefícios da aveia

Sabe por que é que a aveia é tão boa?

Bastam 3 colheres por dia, ou meia chávena de chá, para controlar o colesterol e manter as taxas de açúcar no sangue sob medida. Como se não bastasse, ainda fortalece as defesas e afugenta os tumores.
A aveia foi um dos primeiros alimentos a receber o título de funcional – além de fornecer substâncias essenciais ao organismo, é também capaz de prevenir certas doenças. Entre os seus nutrientes, há um que merece destaque singular. Trata-se de uma fibra especial denominada Betaglucana, que depois de fermentar no intestino grosso é responsável pela a criação de moléculas que atuam no combate a microorganismos nocivos e também reduz o colesterol, entre outros benefícios.
Rica em fibras, a aveia é opção obrigatória para quem pretende conservar os níveis de açúcar no sangue sob controlo. O cereal ajuda a evitar a sobrecarga de glicose e de insulina, a hormona que transporta os compostos açucarados para dentro das células. As fibras permitem que a glicose seja absorvida de maneira lenta e gradual, o que, por sua vez, regulariza a libertação de insulina.

Benefícios para o Coração
Os antioxidantes da Aveia protegem-no contra doenças cardíacas. Os “lignanas” da farinha de aveia, também ajudam a prevenir doenças cardíacas.

Benefícios diabéticos
Se uma pessoa tem diabetes, a farinha de aveia pode ser eficaz na manutenção de baixos níveis de glicose no sangue. A fibra solúvel na aveia retarda a digestão do amido, que por sua vez ajuda a prevenir um rápido aumento do açúcar no sangue.

Ajuda na prevenção do cancro
A aveia contém fitoquímicos, que mostraram ser uma forma eficaz de prevenção do cancro. Suspeita-se também que a fibra insolúvel na aveia  reduz a toxicidade em certos tipos de ácidos biliares, o que por sua vez reduz o risco de vários tipos de doenças oncológicas.

(Fonte: http://www.menshealth.com.pt/nutricao/nutricao-desportiva/artigo/beneficios-aveia)

terça-feira, 26 de abril de 2016

Alimentos desintoxicantes

Limpe o seu corpo com estes ingredientes desintoxicantes

FILTRO RENAL

ALGAS KELP

O álcool pode fazer com que a pressão sanguínea aumente, o que por sua vez pode causar insuficiência renal. O kelp é um tipo de alga que faz com que o corpo extraia mais urina dos rins a fim de expulsar as substâncias químicas prejudiciais.



REGENERADOR DA PELE
MALAGUETA VERDE
Se beber mais que a conta, saiba que a concentração de vitamina C, necessária para produzir colagénio – que mantém a pele saudável – deve estar nos níveis mínimos. Por isso nascem borbulhas na cara e manchas na pele. A malagueta verde contém mais vitamina C do que qualquer outro alimento, com 404% da quantidade diária recomendada em 100 gramas.


ALIVIA CORAÇÕES

PELE DE LARANJA

Quando sair para jantar fora deveria levar umas cascas de laranja consigo. A pele da laranja é uma fonte excecional de hesperidina, uma substância que ajuda a reduzir o risco de doença cardíaca provocada pelos excessos de álcool. Num estudo publicado no Journal of Clinical Nutrition, os homens que consumiram hesperidina durante um mês também tiveram uma redução da pressão sanguínea.


POTENCIADOR IMUNOLÓGICO

SUMO DE SABUGUEIRO

O facto de sair à noite, quer queira quer não, supõe que esteja em contacto com bastante gente, o que aumenta as probabilidades de transmissão de doenças. Investigadores alemães descobriram que as bagas de sabugueiro ajudam a aumentar a produção de ocitocina, uma proteína que reforça o sistema imunológico, o que o ajuda a eliminar qualquer vírus que quem passou pelo bar lhe tenha eventualmente transmitido. 


LIMPADOR HEPÁTICO

RAIZ DE GENGIBRE RALADA

Quando acorda no dia seguinte pode aperceber-se de que perdeu o controlo com as bebidas (e que destruiu o seu fígado). Este ingrediente é tudo o que necessita para eliminar as toxinas acumuladas por tanto álcool. O gengibre repara os danos causados nas células hepáticas. Para conseguir melhores resultados, procure as raízes mais grossas e de pele escura.


Fonte: http://www.menshealth.com.pt/sa%C3%BAde/artigo/limpar-organismo

Caminhadas antidepressivas

Caminhadas, caminhadas!

Já sabe que o equilíbrio só é conseguido se estiver bem física e mentalmente, por isso aproveite todas as oportunidades para aumentar a sua qualidade de vida.
Deixe para trás a cidade e as pessoas negativas, vá de fim de semana para o campo, sorria e caminhe.

Este é o mais poderoso antidepressivo, diz um novo estudo da Universidade de Stanford (EUA). Não só o ato de caminhar, mas o local onde caminha: fazê-lo com árvores à volta, uma brisa fresca a passar e o som dos pássaros a chilrear podem ser a sua salvação antidepressiva. O estudo acompanhou participantes que
fizeram caminhadas numa estrada cheia de trânsito e na floresta. 90 minutos depois, a análise aos cérebros revelava diferenças entre os dois grupos: os caminhantes na Natureza mostravam uma menor atividade neural associada aos pensamentos negativos.


Fonte: http://www.menshealth.com.pt/fitness/cardio/artigo/caminhar-natureza

Aprenda a respirar... e corra!

Aprenda a respirar... e corra!

Pode parecer que toda a gente sabe a técnica correta de respirar, mas não é algo assim tão simples, natural e inconsciente e pode ser muito mais complexo do que poderia pensar à primeira vista. Respirar é uma capacidade natural que pode melhorar com o tempo, mas se corrigir os pequenos erros que cometer e aprender a usar a respiração profunda novamente, poderá melhorar a sua faceta desportiva e sentir-se muitíssimo melhor. Dá-se muitas vezes como garantido que se sabe respirar e não é bem assim. Para voltar atrás no tempo e voltar a fazer o processo de modo correto, é necessário aprender a usar o diafragma, de modo a expulsar todo o ar dos pulmões com uma expiração prolongada e regular para terminar com um sopro forte que nos permita atirar a máxima quantidade de ar possível. Na inspiração precisamos de absorver uma profunda quantidade de ar. Deve realizar estes exercícios parado, para fortalecer o diafragma e começar a dar-lhe importância inconscientemente, porque assim poderá utilizá-lo de forma mais eficiente (quanto mais mecânico e natural, melhor) quando estiver a correr. Com isto também conseguirá mais elasticidade nos pulmões, ganhando uma maior capacidade respiratória e melhor ventilação. Deixe o seu corpo elevar a frequência a que respira segundo as necessidades, e nunca tente respirar mais depressa sem necessidade. Isto pode levá-lo a uma hiperventilação. Se chegar o ponto em que não aguenta o seu ritmo de inspiração e expiração, reduza o ritmo até ao momento em que expulsa grandes quantidades de ar (carregado de CO2) para voltar a um nível mais aeróbico. Pode utilizar a boca para respirar, pois consegue mais volume de ar do que o nariz.


Fonte: http://www.menshealth.com.pt/fitness/cardio/artigo/respirar-corrida

O que é a pronação?

O que é a pronação?

A pronação é um movimento natural do tornozelo a partir da parte interna do eixo central com o intuito de absorver a pressão que exerce o peso do seu corpo juntamente com a velocidade, dissipando melhor as forças que se produzem.Cerca de 95% dos corredores tendem a fazer este gesto em maior ou menor medida (menos de 5% tendem a supinar). A pronação não deve originar problemas, a não ser que os graus de inclinação do seu tornozelo, respectivamente ao eixo central da perna, sejam muito altos (aproximadamente mais de 10 graus). Uma inclinação grande produz uma rotação na tíbia e joelho, o que implica torções nos músculos, tendões e ligamentos. Neste caso, além de ter de usar umas sapatilhas que proporcionem um melhor suporte, deverá recorrer a um médico ortopedista, podologista ou um biomecânico para examinar o seu caso. Se este tipo de pronação não é um problema para si, poderá usar sapatilhas com suportes para conferir maior estabilidade. O importante é identificar se tem necessidade de utilizar algum tipo de suporte que lhe permita correr sem lesões.


Fonte: http://www.menshealth.com.pt/fitness/cardio/artigo/pronacao

segunda-feira, 25 de abril de 2016

Dilma e seu desamor pelo Brasil


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"A Constituição determina que, para que o impeachment aconteça, é preciso ter crime de responsabilidade. E não tem, contra mim, nenhuma acusação de corrupção." 
(Dilma Rousseff, em NY, dia 22 de abril)


Não sei se resta algum degrau na escada da dignidade do cargo presidencial para Dilma descer e macular ainda mais a própria imagem e a imagem do Brasil. A presidente afirma que não é corrupta, como se a distância entre isso e a santidade fosse vencida numa pedalada de cinco minutos.

Nossa dirigente máxima já cometeu crimes gravíssimos, que hoje habitam, apenas, a zona sombria de sua consciência. Foram anistiados. Ela os cometeu quando pegou em armas para implantar uma ditadura comunista no Brasil. Cometeu-os sabendo que a nação nada queria com sua organização, métodos e ideias. O desrespeito de Dilma ao Brasil e seu povo é, portanto, uma história antiga, só superada mediante robustas mistificações e maquilagem publicitária. O modelo que seguiu na juventude foi proporcionado, patrocinado e orientado pelas tiranias soviética e cubana. Era o que ela pretendia e nunca deixou de pretender, como fica patente cada vez que vai a Havana beijar as mãos sanguinárias dos Castro. Dela nunca se ouviu palavra de arrependimento.
Hoje, ao afirmar que não é corrupta, a presidente objetiva, de um lado, transmitir a falsa ideia de que apenas a corrupção pessoal pode motivar um processo como o que enfrenta. Ora, ainda que não tenha auferido recursos da corrupção, esses crimes, praticados dentro do seu governo, pela equipe sob seu comando e supervisão, ao longo de mais de uma década, proporcionaram a ela e a seu partido a manutenção do poder. Mas Dilma, a exemplo de Lula, nada soube e nada viu. Tudo lhe caiu do céu. Se a corrupção é o crime por excelência no teatro da política, por que tanto desmazelo? Por que tantos corruptos notórios no seu entorno? Por que agasalhar Lula com o cobertor de um ministério, para "usar em caso de necessidade"?
Por outro lado, quanto ao impeachment, Dilma e os seus parecem considerar irrelevante o controle parlamentar sobre a despesa pública. Tal desprezo é próprio de pessoas acostumadas a usarem nosso dinheiro para proveito pessoal ou político! Ignorância pura e simples é que não há de ser. Refresquemos a memória: não foi para estabelecer esse controle que nasceram os parlamentos deliberativos? Não foi principalmente por ele que, em 1215, se revoltaram os barões ingleses redigindo a Magna Carta Libertatum e exigindo do rei João que a assinasse? Estamos falando de um princípio constitucional com oito séculos de vigência! Sua ruptura é grave ofensa ao parlamento e à nação.
Nossa presidente mentiu desbragadamente aos eleitores em 2014; afundou as contas públicas, a economia privada e grandes estatais; fez disparar o desemprego; furou os tetos a respeitar e os pisos a não transpor. Transformou o Palácio em pavilhão de comício e comitê central de seu partido. Vive encapsulada para escapar de vaias e panelaços. Esfarelou seu apoio parlamentar e, em desmedida soberba, quer permanecer assim até 2018.
Acontece que o amor próprio de Dilma contrasta com seu desamor ao Brasil. Ele estava presente nos tempos da clandestinidade, no internacionalismo inerente ao comunismo, no desapreço às nossas raízes e à nossa história, na sempre ardilosa construção da luta de classes e no conceito da Pátria Grande, falsamente bolivariana e verdadeiramente comunista, urdida nos conluios do Foro de São Paulo e da Unasul.
Dia 22, em Nova Iorque, esse desvario chegou ao cúmulo de sugerir sanções do Mercosul e da Unasul ao Brasil caso seu impeachment avance. Nossa presidente repete Luís XV: "Depois de mim, o dilúvio!". Afoguemo-nos todos. As recentes manifestações de Dilma no palco internacional correspondem ao item 7 do art. 9º da Lei dos Crimes de Responsabilidade: "Proceder de modo incompatível com a dignidade, a honra e o decoro do cargo". Ou não?

Avalie o seu ritmo de corrida

Avalie o seu ritmo de corrida

Uma boa forma, prática e simples, de saber a que ritmo pode ir a cada quilómetro é realizar um teste em 1.000 m cronometrados. Sugerimos que o faça em três dias, mas bem separados entre si.
O PRIMEIRO DIA
Aqueça muito devagar (15 minutos no mínimo) e corra 1.000 metros a um ritmo confortável que o permita falar sem nenhum problema. O tempo resultante pode ser o seu ritmo ótimo para treinar distâncias longas.

O SEGUNDO DIA
Aqueça 15 minutos como mínimo e volte a realizar os 1.000 m, mas exija um pouco mais (sobretudo na últimaparte), notando uma respiração mais forte mas não ao ponto de ter de parar. Deveria conseguir dizer duas ou três palavras se estivesse a conversar. O tempo que daí resultar será o seu ritmo alto por quilómetro. Com treino poderia chegar aos 5 km, e com tempo e experiência aos 10 km.

O TERCEIRO DIA
Aqueça 15 minutos como mínimo e volte a correr os 1.000 m. Desta vez tente correr quase o seu máximo, não ao ponto de parar antes do tempo, mas ao ponto em que não deve conseguir falar e ouvir a respiração bastante forte. O ritmo resultante será o limite pelo qual não deve passar, mas servirá como referência para poder fazer treinos curtos de velocidade.


Fonte: http://www.menshealth.com.pt/fitness/cardio/artigo/ritmo-running

Renda-se ao Pilates

Renda-se ao Pilates

INSPIRANDO-SE EM DIFERENTES DISCIPLINAS, Joseph Pilates criou o método que leva o seu nome a treinar militares do corpo de elite do exército. Mas o que começou como um trabalho muito especializado, acabou por tornar-se muito mais versátil: o Pilates começou a ser utilizado em sessões de reabilitação. A partir desse momento a sua popularidade não parou de crescer. Até aos dias de hoje! Conheça as razões.


CORPO E MENTE
De um ponto de vista físico, melhora consideravelmente o padrão de movimentos de que necessitamos no desporto que praticamos, obtendo mais qualidade. Deste modo, evitamos esforços em demasia, sobrecargas desnecessárias e minimizamos o risco de lesão. De um ponto de vista mental, requer um controlo sobre a respiração e a concentração, convida-nos a ser mais conscientes do nosso corpo e do ambiente à sua volta, sendo uma grande ajuda para aliviar a pressão e as exigências de qualquer desporto. 

E, ALÉM DISSO, FUNCIONA
Tal como dizia Joseph Pilates, “notará diferença em dez sessões e em trinta mudará o seu corpo”. Na primeira sessão, é capaz de sentir músculos que nunca tinha trabalhado com outro tipo de treino. Existe uma ampla variedade de exercícios, começando pelo nível básico e evoluindo para alguns que requerem força, controlo, precisão, fluidez e concentração.


Fonte: http://www.menshealth.com.pt/fitness/desporto/artigo/pilates

Rasgue as ondas (mas cuidado com Poseidon)

Rasgue as ondas!

Antes de entrar na água… 
“Começar a praticar bodyboard requer, primeiro que tudo, saber nadar, saber estar no mar e conseguir apreciá-lo. Ter uma prancha e barbatanas é mais do que suficiente para se divertir e ter a sensação de apanhar uma onda”, explica Pierre Louis Costes, atual campeão mundial de bodyboard e vencedor da quinta edição do Sumol Nazaré Special Edition. 
Apesar de ser uma modalidade praticada dentro de água, o bodyboard começa na areia e uma das etapas mais importantes é o aquecimento do corpo bem como uma prévia preparação do material. Colocar na prancha wax, ou parafina, permite uma maior aderência e existem duas zonas que não deve descurar: nas extremidades (onde coloca as mãos) e no centro, para o corpo não escorregar. Depois destas duas etapas, está na altura de colocar os pés-de-pato (barbatanas próprias para o bodyboard) e entrar na água… mas com cuidado!

Dicas que fazem a diferença
O objetivo principal é passar a rebentação e esperar pela onda certa, mas para isso é essencial dominar a arte do duck diving. Esta técnica consiste em passar por baixo da onda quando está prestes a rebentar (ou já rebentou) à sua frente e, para isso, terá que fazer força nos seus braços na parte da frente da prancha (nose) e colocar pressão com os joelhos na parte de trás (tail) para “afundar” a prancha o mais possível e conseguir passar por baixo da onda sem ser enrolado na rebentação. 
Um conselho importante para quem está a começar “é entrar no mar com o mínimo de crowd (surfistas na mesma área) para que consiga apanhar as ondas mais facilmente e, de preferência, muitas delas, pois esta é a melhor parte: a diversão”, afirma Pierre Louis Costes. Assim que chegar ao outside (do outro lado da rebentação) só tem de esperar pelo set (conjunto de ondas), escolher a melhor para si e “fazer o drop, que é a primeira ação que se faz ao apanhar a onda. Quanto mais pesada e maior é a onda, mais difícil é o drop, portanto a melhor dica para um principiante é treinar bastante em ondas mais pequenas antes de se aventurar num mar maior, pois pode tornar-se bastante doloroso”, aconselha o campeão mundial.

Arte VS Mar
Na teoria, o bodyboard consiste em dropar as ondas deitado na prancha. Na prática, pode fazer isto e muito mais, estando deitado de joelhos ou mesmo a voar se a onda (e a sua coragem) o permitirem! Eis algumas das manobras mais espetaculares:

DROP-KNEE - Quando sentir que já entrou na onda, coloque uma das pernas fletida na parte de trás da prancha e o outro pé de pato junto ao nose.
CUTBACK – Assim que descer a onda, aproveite a velocidade para dar a volta e subir novamente em direção à espuma. Quanto mais água “atirar” para fora da onda, mais espetacular é a manobra.
360° - Quando atingir uma boa velocidade, coloque todo o corpo em cima da prancha sem tocar na água. Encolha as pernas e, ao mesmo tempo, gire a cabeça e a prancha para um dos lados num movimento explosivo. Assim que fizer um 360º trave o movimento voltando a colocar as barbatanas dentro de água.
EL ROLLO - Esta manobra consiste em rodar juntamente a onda, como se fizesse parte dela. Assim que descer, volte a subir em direção ao lip (crista) da onda de maneira a que a parte de baixo da sua prancha acompanhe o enrolar da onda, executando um rolo.

ARS (Aerial Roll Spin) - Este movimento combina um El Rollo e um 360º numa única manobra em projeção aérea. Para tal, siga o mesmo movimento do El Rollo e, no topo desta manobra, faça uma projeção aérea para a frente para executar um 360º, dentro ou fora da onda.

Fonte: http://www.menshealth.com.pt/fitness/desporto/artigo/bodyboar

sábado, 23 de abril de 2016

A Filosofia Aristotélica e a política brasileira

Artigo de Wallece José S. Lima
‘’As idéias precedem os canhões’’
Pe. Leonel Franca, SJ

Hoje falaremos um pouco sobre a filosofia aristotélica e como ela pode nos auxiliar em nossa realidade política brasileira. Aristóteles é, por direito, o fundador do modelo ocidental de racionalidade, junto a Sócrates e Platão, caracterizado pela busca metafísica do ser. O filósofo de Estagira, além de inaugurar várias ciências clássicas, ter criado a primeira classificação das ciências e da poética e, de certo modo, a própria metafísica do ser e do ente, deixou-nos outro legado inestimável: o seu método científico e filosófico composto pelo silogismo, a dialética e pelo método indutivo-dedutivo, ferramentas insubstituíveis e elementares a qualquer atividade científica. Assim, o modelo de racionalidade ocidental é aristotélico à medida que o ocidente é devedor não só do sistema orgânico do Filósofo, mas principalmente de seu método; não há nenhum método científico, político ou metafísico criado depois de Aristóteles que não tenha influência direta do estagirita. Mesmo a tentativa de certos filósofos modernos de negar todo o edifício teórico construído por Aristóteles, ignorando a existência da metafísica, a validade da lógica, dos limites da ciência definidos pelo filósofo e negando a própria natureza da moralidade, nenhum filósofo moderno ou contemporâneo jamais conseguiu fazer filosofia lançando mão do método aristotélico.
Nossa exposição não será ortodoxa e, portanto, não se pautará em nenhum manual de filosofia aristotélica em específico. Também não trataremos especificamente da filosofia política de Aristóteles. Nossa intenção é somente fornecer uma visão geral dos princípios aristotélicos e demonstrar como eles podem nos ajudar com os problemas políticos cotidianos que enfrentamos no Brasil. Como de costume, não deixarei de fornecer algumas referências bibliográficas que nortearam este estudo sobre o tema proposto: Progresso e Religião, de Christopher Dawson, A crise do mundo moderno, de Padre Leonel Franca; A barbárie, de Michel Henry; O século do nada, de Gustavo Corção; O Comunismo no Brasil de Ferdinando de Carvalho; A nova ciência da política, de Eric Voegelin;Filosofia da Crise, de Mário Ferreira dos Santos, História do liberalismo brasileiro O socialismo brasileiro, de Antônio Paim; além dos Comentários à metafísica e à política de Aristóteles de Santo Tomás de Aquino, Aristóteles em Nova Perspectiva, os manuais clássicos de filosofia: Tratado de Filosofia: Metafísica do Régis Jolivet, Introdução à filosofia, de Maritain, História da Filosofia de Giovanni Reale e Dario Antiseri e Noções de História da Filosofia, de Leonel Franca e os próprios livros de Aristóteles: Metafísica, Ética a Nicômaco e Política.

PARA UMA ‘’CONSCIÊNCIA DA CRISE’’
Antes de falarmos sobre Aristóteles, é obviamente necessário contextualizarmos o problema proposto, esboçando o quadro geral da política brasileira e ocidental. O mundo ocidental, de modo geral, vive ainda sob os ditames da mentalidade moderna, quer dizer, todo o senso de orientação que a sociedade contemporânea possui, seja na política, na filosofia ou na moral, foi dado pela modernidade e dela ainda não nos desvencilhamos – salvo as preciosas e raras exceções, claro. Vivemos de acordo com a regra moderna, eis o dado elementar. Há, é verdade, uma corrente filosófica que hoje ostenta a condição de ter transgredido a modernidade e passado à condição de pós-modernidade. Não cabe aqui aprofundar-nos no mérito da questão, mas a idéia mesma de uma pós-modernidade, se é que ela existe, é ainda mentalidade moderna. Os vários autores ditos pós-modernos convergem quanto às principais características da pós-modernidade: a) a recusa em conceituar ou definir o que quer que seja em nome de exacerbado e deturpado ideal de ‘’mundo aberto’’ e b) dar à subjetividade o único critério de certeza da realidade. Óbvio que não é preciso dizer que a ‘’condição pós-moderna’’ é, no mínimo, esquizofrênica, pois ao mesmo tempo em que negam a validade de qualquer conceituação, tomam como ponto de partida, a definição ‘’clara e distinta’’ de um tempo histórico como norma de conduta e senso de orientação da própria existência. Além do mais, a subjetividade pós-moderna já era um ponto de partida da própria filosofia moderna, de Descartes a Hegel. Assim, mesmo que haja uma pós-modernidade, seus pressupostos ainda são modernos.
Mas o que queremos dizer exatamente quando falamos em mentalidade moderna?  Das várias características da modernidade que hoje influenciam nossa vida, as principais são, em primeiro lugar, a visão imanentista e revolucionária da teleologia humana, que já falamos em outra ocasião, o antropocentrismo oriundo da dúvida universal e, principalmente, o rompimento com a tradição cultural e espiritual do período medieval. As investigações filosóficas e propostas políticas realizadas pelos ‘’iluministas’’ partiram do assustador e enigmático pressuposto que não houve nada de significante antes na história; ignoraram os avanços políticos da idade média, erigiram sistemas filosóficos sem sequer mencionar os avanços escolásticos e pretenderam criar edifícios teóricos como se o Século das Luzes fosse o verdadeiro início da cultura humana.
Do antropocentrismo moderno e da imanentização gnóstica das obras (para usarmos a linguagem voegeliana), que vimos em outra oportunidade, surgiram teorias éticas que tomam o homem como mera relação com as realidades materiais. O dogma da liberdade como finalidade em si mesma, decretado pela Revolução Francesa, somado com a exaltação do indivíduo pela propaganda contratualista (que criou esta noção de indivíduo substituindo a concepção cristã de pessoa), deu início ao liberalismo moral e econômico, criando uma ruptura entre a nascente elite burguesa iluminista e a classe servidora – ruptura esta que chegara às raias do total afastamento entre ambas as classes, rompendo de vez com o sistema social católico que assegurava relativa proteção (mais eficaz que o modelo moderno, ao menos) aos membros das classes inferiores da pirâmide social.
Por outro lado, a idéia contratualista não lançou as bases somente do liberalismo de Adam Smith, Mill, Malthus e David Ricardo. A ruptura criada por Locke, Hobbes e Rousseau, entre o indivíduo tomado ‘’individualmente’’ e do indivíduo inserido no meio social, deu margens também ao levante do social contra o indivíduo, início das teorias socialistas. A distinção entre indivíduo e sociedade tem também outra raiz, que é a separação maquiavélica (em todos os sentidos) entre ética e moral, paradigma (para usar uma linguagem contemporânea) da ação política contemporânea. A separação entre ética e moral é símbolo da distinção entre aquilo que se faz particularmente e aquilo que se faz publicamente, a ruptura entre este ‘’eu individual’’ e o ‘’eu social’’; o homem moderno não vê nenhuma contradição e assumir publicamente ações ou discursos diferentes de seu credo pessoal ou familiar. A ruptura aberta entre as ações particulares e as decisões políticas contribuiu para o surgimento do relativismo moral. Mas não apenas o liberalismo e o socialismo são os filhos da modernidade. Por intermédio da distinção entre natureza e cultura operada por David Hume ao negar o valor cognoscível da metafísica e potencializada por Kant e Hegel, surge também a falsa concepção moderna de conservadorismo, que toma a posição conservadora não como práxis, relação do sujeito com a cosmovisão, mas como teoria, sistema político dotado de princípios, tornando-o, paradoxalmente, objeto de ação política.  Assim, temos a visão geral da política moderna e como ela ainda dita os rumos da discussão ideológica no ocidente.
Contudo, ao estabelecermos uma relação deste quadro geral que acabamos de apresentar com a realidade brasileira, não podemos nos furtar de levar em conta um dado importante: na França, Itália, Inglaterra e Alemanha, o advento da modernidade foi, digamos, amortecido pelo período de transição comumente chamado Renascimento. O período renascentista abriu a passagem para a modernidade não apenas culturalmente, mas espiritualmente, com o progressivo afastamento das relações materiais com o Sagrado, reservando somente à fé a relação com o sacro, o que culminou no surgimento do protestantismo. Porém, à medida que os países citados desvencilhavam-se da Idade Média, a União Ibérica (centro econômico europeu da época) dava ao mundo os seus maiores frutos na filosofia escolástica e na arte barroca; Portugal, Espanha e, conseqüentemente, os países colonizados por ambos, incluindo o Brasil, não viveram o Renascimento com a mesma força que a Itália, França e Alemanha, por exemplo. Assim, quando o Brasil recebeu a notícia da Revolução Francesa, ponta-pé da modernidade, nosso país ainda era espiritualmente barroco.
O dogmático lema libertèÉgalitè e fraternitè, tal como na França, encantou somente a oligarquia agrária brasileira e os universitários idealistas, que vislumbraram na ação revolucionária da insurgente burguesia francesa (também tirana e oligárquica), um modelo de tomada do poder político em nosso país. Não é preciso dizer o quão grande foi o choque cultural que sofremos no Brasil. Do dia para noite, a Terra de Santa Cruz foi arremessada no olho do furacão da modernidade: importamos, pelas mãos de uma elite econômica sedenta de poder, os ‘’avanços’’ do Século das Luzes: a revolta contra a Coroa trazia consigo o peso simbólico da luta do burguês contra o rei, do positivismo contra o barroco, da ditadura contra a autoridade, da revolução contra a ordem natural e da ciência gnóstica contra o Sagrado. Toda a revolta iluminista, no Brasil, passou ao largo do conhecimento e da vontade popular (que soube post factum da novidade da República), agravando o afastamento da participação popular nas decisões políticas. O choque do iluminismo no Brasil foi tão violento, espiritualmente falando, quanto nos países europeus pois aqui não tivemos o renascimento, que deu ao surgimento da modernidade a falsa sensação de um fluxo natural e harmonioso da história.
Claro que uma mudança tão abrupta em uma cultura não é assimilada facilmente pela população interiorana. Até mesmo intelectuais comunistas, como Labriola e Gramsci, perceberam que o processo de mudança da mentalidade de uma cultura leva tempo, e no Brasil não foi diferente. Podemos dizer que culturalmente, os brasileiros começaram a assimilar a mentalidade moderna somente no século XX, com a novidade do positivismo– novidade aqui, pois já era velho conhecido na Europa e cujos frutos amargos já floresciam por lá. Assim, somente no início do século XX, como nos diz Evaristo de Moraes Filho, que os movimentos comunistas brasileiros começaram a se articular. Apenas no século XX surgiram os grandes intelectuais de esquerda no Brasil como Ruy Mauro Marini, Theotonio dos Santos, Leandro Konder e Caio Prado Júnior. Embora a revolução republicana no Brasil tenha sido embalada pelos ideais liberais e tenha conhecido no século XIX intelectuais liberais como Hipólito da Costa e Silvestre Pinheiro Ferreira, foi também no século XX que despontaram os primeiros grandes nomes do liberalismo que pretendiam colocar o Brasil em diálogo com as correntes liberais européias de até então, como Gilberto de Mello Kujawski, Antônio Paim e, sobretudo, José Guilherme Merquior. O mesmo com o conservadorismo brasileiro: mesmo nosso país tendo, no final do século XIX, os grandes Eduardo Prado e Joaquim Nabuco, é também no século XX surgiram os grandes nomes do conservadorismo brasileiro, como Oliveira Viana, João Camilo de Oliveira Torres e o esquecido Carlos Lacerda. Em suma, se por um lado, o processo de abandono do Brasil barroco por parte da elite burguesa pragmática e revolucionária foi assustadoramente rápido, o processo da formação intelectual capaz de dialogar com esse novo momento do Brasil e do mundo, foi extremamente tardio.
A tudo que foi dito acima, soma-se ainda o fato da complexa trama que foi a articulação comunista no Brasil em prol da tomada do poder, que contou com a influência da própria URSS, e cuja força obrigou o povo brasileiro amargar a terceira ditadura (segunda militar) em sua curta e amarga vida republicana. O regime militar, como sabemos, desarticulou a direita ainda em formação, censurando conservadores e liberais, contudo, foi incapaz de impedir o crescimento do comunismo no plano cultural e burocrático, que apoderou-se não só dos cargos de liderança das instituições estatais, mas tornou hegemônica, ao modo gramscista, a cosmovisão comunista em diversas áreas da sociedade. Com o desastroso processo de redemocratização, os comunistas assumiram (sem nenhuma resistência por parte dos conservadores e liberais, desarticulados por forças externas e internas) formalmente todo oestablishment que já detinham ‘’clandestinamente’’ desde 1964, desequilibrando ainda mais o ‘’jogo esquerda-e-direita’’, que já nascera vicioso.
Assim, com o lado direito da política moderna fora de campo, a ala esquerda assumiu o poder sem maiores contratempos. Mas como é nos tempos críticos que surgem os grandes sábios, recentemente, com o agravamento da crise, surgiram jornalistas liberais e conservadores, ensaístas e filósofos, que despertaram a consciência dos brasileiros para os desmandos do comunismo, resgatando a consciência de uma direita, perdida nos ‘’porões’’ da história brasileira.  No que tange à formação espiritual e intelectual de nossa nação, muita coisa se perdeu ou foi deturpada nestes tempos de hegemonia socialista e, assim, a tomada de consciência da (limitada) função histórica da direita em nosso país ainda está em processo de formação. Hoje, embora haja uma guinada à direita, como dissemos em outras oportunidades, sua formação é ainda defasada, pois seus adeptos tomam-na como representante de uma tradição espiritual e intelectual que, como acabamos de ver, não é real. Direita (seja liberal ou conservadora) é uma idéia tão moderna quanto a noção de esquerda.  É este, de modo bastante resumido, o quadro geral da situação política em nosso país: uma esquerda estabilizada e detentora da hegemonia (ao menos legal) das instituições brasileiras e uma direita galgando seus primeiros passos, ambas, peças de um mesmo jogo revolucionário.
Nossa intenção, nas linhas que se seguem, não é estabelecer um caminho rígido e determinista, ao modo kantiano, para as futuras ações políticas dos ditos representantes de um pensamento de direita, mas voltarmo-nos a um dos pais da cultura ocidental (cuja atualidade é irrefutável) e ouvir o que ele tem a nos aconselhar nesta nova fase da história brasileira. Nossa intenção é somente apontar certos princípios do pensamento do velho Aristóteles (elementares ao estudo da filosofia) que devem ser levados em consideração sempre que tratamos de qualquer assunto político que pretenda ser apresentado como um discurso científico, evitando assim uma abordagem excessivamente abstrata da filosofia política. Não faremos uma abordagem exaustiva de todos os elementos do pensamento aristotélico, mas apenas aqueles que sigam o seguinte critério: 1) os princípios universais e necessários da filosofia aristotélica e que, ao mesmo tempo, 2) estejam dentro dos limites da capacidade de explanação do autor do presente artigo. Portanto, evitaremos falar sobre os princípios metafísicos mais complexos da filosofia aristotélica como o hilemorfismo, a distinção entre forma e matéria, a definição de essência, a abstração, intuição sensível etc. Assim, estas breves (e pobres, bem sabemos) linhas são muito mais um convite a Aristóteles que qualquer outra coisa.
ENFIM, ARISTÓTELES
‘’Não há nada que esteja em nosso intelecto que não tenha passado antes por nossos sentidos’’. Eis um dos pontos fundamentais da filosofia aristotélica. Aristóteles nos ensinou que o filosofar não parte de idéias abstratas ou problemas prontos, mas sim, da realidade concreta. E ‘’concreto’’, conforme ensinou-nos Mário Ferreira dos Santos, não significa aqui realidades meramente empíricas, físicas, mas a realidade como um todo, em todos os seus elementos; dos átomos aos princípios metafísicos mais necessários e universais. Esta é a essência da filosofia aristotélica: o esforço de demonstrar a unidade da esfera metafísica com a esfera física da realidade, de modo que aquilo que acontece no mundo ‘’sublunar’’ está ligado às leis metafísicas e que as leis metafísicas (necessárias e universais), realizam-se no indivíduo – não como cópia de um eidos em sentido platônico, mas por analogia, por estar inserido na mesma realidade dos princípios metafísicos.
Conscientes do pressuposto de que a realidade (objetiva, independente de nós) é a medida do pensamento, torna-se claro que toda filosofia ou ciência política deve partir, como dizia José Pedro Galvão de Sousa, de ‘’homens concretos tomados em sua realidade histórica’’. A política não parte de ideologias com fórmulas pré-estabelecidas que pretenda justificar o passado e o presente com base em um futuro ideal de mundo perfeito e nem dos princípios – se é que existem – da esquerda ou da direita, do progresso ou da conservação. Nada disso. A política é a consciência dos problemas reais das pessoas reais em suas vidas reais. E nada mais óbvio, caso ela ainda seja a ciência da Pólis, a ciência cujo objeto é o bem comum, tento como medida, o Sumo Bem. Soluções abstratas não são capazes de resolver as tensões da realidade, somente ações concretas, fundamentadas em princípios metafísicos sólidos, têm esta capacidade. As teorias políticas (como liberalismo, conservadorismo etc) servem como um ponto de apoio, um referencial à medida que puderem resolver algum problema da realidade, previamente conhecido mediante o método lógico-dialético, desenvolvido pelo Filósofo. E é o bom uso destes pontos de apoio que gostaríamos de fundamentar através dos princípios aristotélicos que trataremos logo a seguir.
Podemos dizer que a filosofia aristotélica é a filosofia da coragem: se a realidade contradiz o pensamento de Aristóteles, pior para Aristóteles. Ao contrário, para as ideologias modernas, imersas em uma mentalidade kantianamente abstrata, se a realidade contradiz o pensamento, pior para a realidade; uma ideologia nunca erra. E como fazer uma política livre dos ranços unilaterais e abstratos dos ideólogos? Para respondermos a esta pergunta, basta olharmos para os princípios metafísicos, lógicos e cosmológicos descobertos por Aristóteles, que fundamentam a realidade – que exporemos abaixo.

  1. Ser 
O ser é o ponto de partida de qualquer filosofia que pretenda dizer algo sobre a realidade. É a máxima determinação do real: tudo o que é, é, ou seja, tem ser, tem aquilo que faz com que algo seja aquilo que é e não outra coisa e contém a natureza das coisas, seus limites e tudo o que elas podem realizar. Como o ser humano tem acesso aos princípios metafísicos por intermédio das realidades particulares, é necessário que o ser de cada coisa realize-se na própria coisa.  Todos nós sabemos que existe o ser humano, mas não o vemos por aí, pois somente homens individuais realizam aquilo que é o ser humano. E como conhecemos o ser das coisas? Através do agir. É o agir que diz o que o ser é. É daqui que devemos partir uma análise política: do agir, levar em conta não o discurso de um político ou a justificação de uma ideologia, mas aquilo que faz uma proposta política ser aquilo que ela é, suas ações efetivas. Se for verdade que em política comumente se diz que não vale o que se diz, mas o que se faz, isso se dá porque há este princípio metafísico: o ser se conhece pelo agir. Não à toa que Aristóteles, em sua classificação das ciências, designa a Política como uma ciência prática e arquitetônica.

  1. Categorias: Substância e Acidente
Aristóteles, ao fundamentar os princípios da lógica, classificou a realidade em dez categorias, espécie de ‘’catálogos’’ que nós podemos utilizar para classificar uma realidade quando a vimos. Substância, composto de matéria e forma, é o ser do ente, ou seja, a ‘’essência com suas propriedades e acidentes contingentes’’, aquilo que dá a subsistência ao indivíduo, composto pela matéria que ele é feito e da forma que dá o ser. Ou seja, a substância é a realidade básica, fundamental do ente. Analisando a realidade, porém, podemos notar que nem tudo existe em si mesmo (por exemplo, a cor, a cegueira…), mas existem coisas que existem em outras e que, mesmo existindo em outro ser, não o define. Ora, estas coisas que existem em si mesmas, Aristóteles dá o nome de substâncias e as coisas que existem em outras, Aristóteles dá o nome de acidentes, que são as duas grandes categorias. Os acidentes desdobram-se em nove tipos: quantidade, qualidade, tempo, espaço, lugar, hábito, relação, posição e paixão.
Em política, esta distinção lógica feita por Aristóteles tem um valor inestimável, pois hoje dificilmente se faz esta separação em um discurso ou manifesto político; não conseguimos mais distinguir aquilo que é essencial ao discurso daquilo que é meramente acidental. Nos nossos dias, urge retomarmos esta distinção, pois as ideologias nem sempre partem de pressupostos mentirosos, mas no mais das vezes, partem de pressupostos verdadeiros e são inseridos no discurso ideológico de forma mentirosa: o problema marxista do proletariado é real, mas não é essencial ao marxismo e sim apenas veículo de propaganda; o problema não é o dado em si, mas a relação dele com o discurso, ou seja, qual a real importância deste dado para o discurso. É fundamental ou meramente retórico? Qual a relação deste mesmo dado com os outros discursos políticos? Se for uma questão fundamental de uma teoria política, as propostas desta teoria para a solução do problema são aplicáveis à realidade? Negar a validade do discurso não significa de modo algum negar a validade do problema. Hoje, por incapacidade de distinguirmos estas categorias, tomamos todo o discurso político como radicalmente verdadeiro ou radicalmente mentiroso, negando ou afirmando todo o conjunto, sem distinção dos elementos.

  1. Ato e Potência
O Ser é, diz a natureza das coisas. Mas nem tudo que o ser é, se faz presente o tempo todo, quer dizer, nem todas as características do ser estão efetivadas no ente. Na esfera das contingências, nenhum ser tem em ato tudo o que ele pode ser. Algumas características do ser só podem ser desenvolvidas pelo hábito. A estas possibilidades  não realizadas, Aristóteles dá o nome de potência. O ato é aquilo que o ser é efetivamente e potência, aquilo que ele pode vir a ser. Por exemplo: o autor do presente artigo, por ser humano, tem a potência de tornar-se um bom estudante de filosofia, mesmo que ainda não seja. Este princípio cosmológico pode nos ajudar a apreender, de um discurso ou ação política, aquilo que ela já fez e aquilo que pode fazer ou não pode fazer, afinal, existem potências que podem ser atualizadas, potências virtuais (que estão em virtude de tornar-se ato) e potências meramente hipotéticas, não realizáveis. Esta é também uma distinção fundamental do pensamento do estagirita.
Como afirma Santo Tomás de Aquino, o limite do ato é dado pelo limite da potência. Ou seja, os limites daquilo que um ser pode atualizar é dado pelas potências que são da natureza do próprio ser: um homem não pode voar, pois não tem a potência de voar, ou um gato não late porque não tem a potência de latir. A natureza do ser diz aquilo que ele pode ou não pode atualizar, ou seja, uma proposta política só atualiza aquilo que seu discurso tem potência de efetivar. O que se promete fora do conjunto de possibilidades de uma idéia política, das duas uma: ou não pertence àquilo que foi proposto ou é meramente jogo retórico.

  1. Teoria das quatro causas
Causa final, formal, material e eficiente. É também um princípio cosmológico fundamental para a atividade política. Conhecer as reais causas que movem uma ação política. Não adianta atermo-nos a um fenômeno ou acontecimento isolado, mas sim a tudo que está atrelado: o que esta ideologia pretende alcançar? (causa final), para que? (causa formal), o que utiliza para fazer isso? (causa material), quem ou o que faz? (eficiente). Sem as perguntas sobre as causas, é impossível aderirmos a qualquer idéia econômica, filosófica, política ou ideológica que seja.
Aliás, Aristóteles já dizia: saber é conhecer pelas causas. Sem o conhecimento das causas de uma proposta política, tudo o que temos são fenômenos vazios de sentido e nossas adesões a qualquer proposta que serão meramente administrativas ou burocráticas. Sem a ciência dos porquês, nossas especulações não terão finalidade alguma e jamais conseguiremos erigir uma forma legítima de desarticular aqueles que se declararam abertamente inimigos do povo brasileiros e inimigos da fé.

CONCLUSÃO
O texto que o leitor tem diante de si é paradoxal: partimos de uma crítica ao caráter moderno do jogo esquerda-e-direita e pretendendo demonstrar como falsa é qualquer tentativa dos adeptos da direita de apresentarem-se como herdeiros de alguma tradição intelectual ou espiritual, terminamos nossa exposição apresentando certos princípios da filosofia aristotélica com a intenção bem ordenar e estipular limites ontológicos e históricos das ideologias liberais e conservadoras. Embora paradoxal, nossa exposição não é contraditória: se política e filosofia devem partir das coisas reais, os dados fundamentais para uma filosofia da política brasileira são: o conhecimento dos problemas efetivos que a nossa sociedade enfrenta e a consciência das idéias políticas presentes com mais força na intelectualidade do brasileiro. Nossa posição não foi de negação ou de adesão à direita em si mesma, mas uma interpretação do papel ontológico e histórico que lhe cabe. Nossa motivação é a esperança de que a consciência do limite (no sentido de que limite indica a natureza das coisas) da função da direita no Brasil sirva para desvencilharmo-nos dos vícios que carregam as ideológicas, sejam elas quais forem.
Também não pretendemos dar uma visão exaustiva da filosofia aristotélica. Pelo contrário, sabemos que há muitas questões fundamentais sobre a realidade brasileira que devem ser levadas em consideração, além dos vários princípios da filosofia de Aristóteles que contém aplicações precisas à política brasileira e que não citamos neste breve texto (principalmente as considerações feitas pelo filósofo na Ética a Nicômaco e na Política). Tudo isso sem falar que a relação dos problemas sociais concretos com a aplicabilidade de alguma proposta política em específico (adequada aos princípios da metafísica, que são os princípios da realidade mesma), deve ser submetida ao rigoroso exame lógico-dialético criado pelo Filósofo. Assim, nosso trabalho neste breve artigo foi apenas inicial: um aceno a um primeiro passo daquilo que se espera de uma análise mais objetiva de nossa realidade política.
Também devemos salientar que a política é uma ciência prática e, enquanto tal requer virtude, que é fundamental e sem a qual a atividade política torna-se vazia e meramente burocrática e administrativa. Sem virtude, a ciência dos princípios é inútil, pois, como sabemos, uma ação política pode ser formalmente verdadeira, mas ilegítima se a vontade de quem a faz estiver corrompida ou se a causa final da ação for torpe; ‘’só o amor dá valor às obras’’, dizia Santa Tereza D’ávila. O que distingue o bom cientista político do mau cientista político é a presença ou a ausência de caridade naquilo que se escreve.
Como dissemos, este pequeno trabalho é um esforço de síntese do problema. Se for verdade que a filosofia nasce do espanto, do maravilhar-se ante a realidade, temos razões para crer que o primeiro passo para uma consciência da realidade política brasileira se dará pela consciência da crise e tudo o que ela abarca. A crise não significa apenas o fim. Pelo contrário: da crise origina-se tanto o fim quanto a superação. O aforismo nietzschiano ‘’o que não nos mata, nos fortalece’’ pode ser verdadeiro, se levarmos em consideração que ‘’fortaleza’’ é uma virtude cardeal e, enquanto tal é virtuosa se exercida em unidade com as demais virtudes cardeais. E unidade é um princípio metafísico do ser, como nos ensinou o grande Aristóteles.

(Fonte: http://santamariadasvitorias.org/a-filosofia-aristotelica-e-a-politica-brasileira/)

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Fonte: http://www.menshealth.com.pt/fitness/ganhar-musculo/artigo/musculo-crescimento