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segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Islã e violência (Sam Harris)



Sam Harris em sua obra "A morte da fé": 
"Estamos em guerra contra o islã. Nossos líderes políticos não reconhecem isso, mas é incontestável. E isso não quer dizer que estejamos em guerra  simplesmente contra uma religião que seria pacífica se não tivesse sido sequestrada pelos extremistas. Pelo contrário: estamos em guerra exatamente contra a visão de mundo prescrita pelo Corão a todos os muçulmanos, e desenvolvida ainda mais nos textos dos 'hadith', que relatam as palavras e os atos do 'Profeta'. (...) O único futuro que os muçulmanos devotos podem desejar, enquanto muçulmanos, é um futuro em que todos os 'infiéis' tenham sido convertidos ao islã, ou subjugados ou mortos. (...) Se a imitação de Cristo significa renunciar às ambições mundanas e buscar a salvação por meio de atos de virtude pessoal, a imitação de Maomé significa que, em algum momento, é preciso pegar em armas contra os 'infiéis'. (...) Em quase todas as suas páginas, o Corão estimula os muçulmanos praticantes a detestar os 'infiéis' e prepara o terreno para conflitos religiosos. Qualquer um que leia passagens como as citadas acima [o autor inserira uma lista de citações do Corão nas páginas anteriores] e ainda assim não veja a ligação entre a fé muçulmana e a violência muçulmana, deveria consultar um neurologista. O islã, mais do que qualquer outra religião elaborada pelos seres humanos, tem todos os componentes de um consumado culto à morte. (...) Quando se fala no islã, a tendência dos modernos liberais é culpar o Ocidente por ter provocado a ira do mundo muçulmano com séculos e séculos de conquistas e intromissões grosseiras. Mas eles erram o alvo e não enxergam o cerne do problema: a própria fé islâmica. Sem essa fé as queixas dos muçulmanos contra o Ocidente seriam impossíveis até mesmo de serem formuladas, e muito menos de serem vingadas." (Sam Harris, A Morte da Fé: Religião, terror e o futuro da razão, Editora Companhia das Letras, 2009, capítulo 4: O problema do islã. Com adaptações nossas para efeito de síntese de falas.)

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